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15/08/2026

Illustrazioni alchemiche - Pal. lat. 1885 / Download





Pal. lat. 1885 (abreviação para Codex Palatinus latinus 1885) é um famoso manuscrito iluminado renascentista de ilustrações alquímicas (Illustrazioni alchemiche) produzido no sul da Alemanha entre 1570 e 1580. 
O códice faz parte da histórica coleção da Bibliotheca Palatina, que foi capturada em Heidelberg em 1622 durante a Guerra dos Trinta Anos e enviada ao Papa Gregório XV. Hoje, o manuscrito original pertence ao acervo permanente da Biblioteca Apostólica Vaticana.

Características do Manuscrito: É composto quase inteiramente por emblemas, alegorias e ilustrações complexas detalhando processos alquímicos misteriosos (como a criação da Pedra Filosofal).
Idioma: Latim. 
Acesso Digital: O manuscrito foi totalmente digitalizado e está disponível para consulta pública e acadêmica nas plataformas da DigiVatLib (Vaticano) e da Universidade de Heidelberg.


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Fontes:

04/08/2026

Aurora Nascente - Aurora Consurgens / Download



Aurora consurgens, que em latim significa "aurora crescente", é um título geralmente atribuído a alguns tratados alquímicos , o mais famoso dos quais é um manuscrito iluminado do século XV, que chegou até nós em várias versões, cujo conteúdo é atribuído a Tomás de Aquino , embora segundo alguns seu autor deva ser relatado como pseudo - Aquino.


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Fontes:
https://it.wikipedia.org/wiki/Aurora_consurgens

Asclepius - O Discurso Perfeito de Hermes / Download




O Asclepius , também conhecido como Discurso Perfeito (do grego Logos teleios ), é um tratado hermético religioso-filosófico . O texto grego original, que provavelmente foi escrito em Alexandria entre 100 d.C. e 300 d.C.,  está em grande parte perdido e restam apenas alguns fragmentos. No entanto, o texto completo existe em uma antiga tradução latina , e fragmentos de uma tradução copta também foram encontrados entre os documentos descobertos em Nag Hammadi . 


Conteúdo
O texto assume a forma de um diálogo, ambientado no santuário de um templo egípcio , entre Hermes Trismegisto e três de seus alunos: Asclépio (neto do deus grego e médico Asclépio ), Tat e Hammon. 


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Fontes:
Asclepius. The Perfect Discourse of Hermes Trismegistus translated by Clement Salaman

01/07/2024

Sêfer Aesh Mezareph "Fogo Purificador" / O Livro Secreto de Flamel - Download

 


 

Aesh Mezareph ou 'fogo purificador' é uma obra de um autor desconhecido, Rabi Abraham, cujo texto hebraico original não sobreviveu. De acordo com Raphael Patai e Gershom Scholem, o texto de Aesh-Mezareph data do século XVI ao início do século XVII.

O trabalho foi publicado pela primeira vez em uma tradução latina na Kabbala denudata de Knorr von Rosenroth. W. Wynn Wescott fez uma tradução para o inglês em seu 'Collectanea Hermetica'. De acordo com Westcott, o original não sobreviveu em aramaico.

Nicolas Flamel afirmou em 1382 que havia alcançado a primeira transmutação e que havia feito ouro. Ele obteve sua sabedoria do Aesh Mezareph do rabino Abraham. Não foi até 1677 que o Aesh Mezareph apareceu novamente no Kabbalah Denudata por Knorr von Rosenroth, que deve ter obtido uma cópia escrita hebraica do século XVI. A primeira tradução alemã foi feita por Christian Eibenstein.


Éliphas Lévi no capitulo 21 de Dogma e Ritual de Alta Magia, na parte Dogma disse:
Nicolau Flamel, que está bem morto, apesar do que diz a lenda, só
achou a grande obra depois de ter, pelo ascetismo, chegado a um desapego completo das riquezas. Foi iniciado pela inteligência que teve repentinamente do livro de Asch Mezareph, escrito em hebraico pelo cabalista Abraão, talvez o mesmo que redigiu o Sepher Yetzirah. Ora, esta inteligência foi em Flamel, uma intuição merecida ou antes tornada possível pelas preparações pessoais do adepto.


Em oito capítulos, a obra trata das conexões entre os metais e a árvore Sephirótica , os planetas e a numerologia.

O livro é permeado pela ideia de que a transmutação pode ser realizada usando corretamente as alegorias e indicações da Bíblia.



Downloads:

Tradução própria - https://mariadesvelada.blogspot.com/

Aesh Mezareph or Porying Fire - W. W. Westcott

03/06/2021

Nicolas Flamel - O Livro das Figuras Hieroglíficas / Detalhado



Segundo a lenda, em torno de 1370, Nicolas Flamel encontrou um antigo livro que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos, aparentando hieróglifos. A história de sua vida poderia ser resumida na guarda deste livro, mesmo após muito estudá-lo, Flamel não conseguiria entender do que se tratava. Ainda segundo esta história, ele teria encontrado um sábio judeu em uma estrada em Santiago de Compostela, na Espanha, que fez a tradução do livro, que se tratava de cabala e alquimia, possuindo a fórmula para a pedra filosofal. 





 


 


 


 


 

Dans ton portrait est l'entrée
 

 
 

 


 




 




 


 


 


 

11/12/2017

Corpus Hermeticum / Download


Hermes Trismegisto. in Viridarium chymicum, de Stolcenbeerg, 1624


Corpus Hermeticum (também chamado de Hermetica) é o conjunto de textos escrito entre 100 e 300 d.C. na então província romana do Egito. É o resultado de um complexo sincretismo religioso, de múltiplas influências (inclusive egípcias). Ocorreu no período da Pax Romana (Paz Romana), que colocou o Egito em contato com o restante do Império Romano. Escrito na primeira pessoa por Thoth ou Hermes Trismegisto, contando as coisas que lhe revelou seu contato com o nous, espécie de divindade absoluta. Durante os séculos seguintes, atribuiu-se erroneamente a esses textos uma exagerada antiguidade, situando-o na época das grandes pirâmides. Tal atributo lhe valeu uma leitura reverente e atenta que teve importante influência na ciência do Renascimento, quando quase tudo o que fora escrito na Antiguidade era lido como revelação fundamental.



 

Novos textos

 

Recentes traduções de textos encontrados na biblioteca de Nag Hammadi (Códice VI) contêm ao menos três escritos inéditos pertencentes ao Corpus Hermeticum:
Discurso sobre a Ogdóade e a Enéade
Prece de ação de graças (Fragmentos do Discurso Perfeito, de Asclépio, com comentário manuscrito)
Asclépio 21-29 (Fragmento do Discurso Perfeito)






Download: Corpus Hermeticum




Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpus_Hermeticum

08/12/2017

Platão - Principais Obras / Download


Platão


στην Ακαδημία του Πλάτων


Fédon


Dois temas são fundamentais nesta obra, cuja elaboração estima-se em aproximadamente 387 a.C.: a imortalidade da alma e o modo como um homem sábio encara a morte. O diálogo se passa em Fliunte, uma cidade de Sícon, no nordeste do Peloponeso, na Grécia, um dos mais importantes centros do pitagorismo. As personagens são Fédon de Élis, discípulo de Sócrates, Símias e Cebes, originários de Tebas, onde foram discípulos do pitagórico Filolau Críton, um rico ateniense e amigo de Sócrates e Equécrates, a quem Fédon conta a morte de Sócrates. Assim, a estrutura do diálogo se dá em alguns temas que perpassam o diálogo, que consiste em se discutir a visão da morte como libertação, discutindo-se a relação entre corpo e alma, e sobre a existência da alma em relação ao corpo, a teoria das ideias, a degradação na alma nas sucessivas reencarnações, e no epílogo a última mensagem de Sócrates.


 

Banquete


Essa obra, de cerca de 380 a.C., pode ser tida como uma resposta de Platão às acusações da cidade contra a filosofia. Platão narra uma festividade na casa de Agaton. Estavam presentes a esse banquete, entre outras pessoas, Aristodemo, amigo e discípulo de Sócrates; Fedro, o jovem retórico; Pausânias; o médico Eriximaco; Aristófanes, o comediante que ridicularizava Sócrates, e o político Alcibíades. E também o velho Sócrates. O exagero cometido na festa do dia anterior, sobretudo o excesso de bebida, fatigara os convidados de Agaton. Pausânias propôs então que, em lugar de beber, ficassem ali a conversar, a discutir ou que cada um fizesse algo “diferente”.

Essa proposta de Pausânias foi aceita por todos. Ao que Eriximaco acrescentou que se fizessem elogios a Eros, assim os convidados deveriam fazer um discurso para louvar o amor. Pausânias, ao afirmar que há mais de um Eros, dividido entre bem e mal, real e divino, é o primeiro a discursar; Eriximaco, o segundo, aponta como o amor não exerce influência apenas nas almas, mas que dá também a harmonia ao corpo; Aristófanes, então, toma a palavra, demarcando que o amor é o desejo e a procura da metade perdida por causa da nossa injustiça contra os deuses, Agaton, o anfitrião e o último dos elogiosos ao amor, não se propõe enaltecer os benefícios que Eros faz ao homem, mas sim cantar o próprio deus e a sua essência, passando em seguida a descrever-lhe o dote.

Após toda essa longa lista de virtudes atribuídas a Eros, nota-se o quanto o poeta se distancia de sua proposta inicial e de seu preceito metodológico; Sócrates, um dos presentes, propõe dialogar sobre a definição do amor. Expõe como Diotima lhe ensinou a genealogia do amor e chega ao apontamento crucial sobre o conceito de amor: o que se ama é somente aquilo que não se tem. A verdade é algo que está sempre mais além, inquietação que faz do amor um filósofo.




A República


A República (Politeia), de cerca de 375 a.C., é o diálogo mais célebre de Platão, o mais lido e o mais comentado ao longo da história. Nele é discutida a questão do tempo, e de como impedir que a cidade, já não mais afeita a uma tradição aceita por todos, seja capaz de se submeter ao princípio da discussão sem deslizar nos caprichos dos interesses particulares e da dispersão. A República contém diversos temas filosóficos, sociais e políticos entrelaçados.

A questão chave é a da justiça em seu sentido amplo, oportunidade que Platão aproveita para tecer comentários sobre a educação e o tema genérico do conhecimento das coisas. O livro 1 goza de certa independência, sendo que os demais (ao todo são 10), tratam de temas variados: A formação das lideranças (os guardiões) está presente nos livros 2, 3, 4, 5 e 6; a formação dos governantes, classe especial dos guardiões, nos livros 6 e 7; uma vez compreendida a tarefa pública, Platão a compara com o que acontece nas cidades existentes (livro 8I); diante do desafio de Trasímaco ao tratar das conveniências da tirania (livro 9), Platão encerra (livro 10) com a proposição de um mito, tratando da importância da arte, do destino e da liberdade.



Teeteto


Diálogo platônico sobre a natureza do conhecimento. Escrito nos meados de 369 a.C, nele aparece, talvez pela primeira vez explicitamente na filosofia, o confronto entre verdade e relativismo. Desse diálogo provém uma definição tradicional do conhecimento como crença verdadeira justificada. Os personagens principais no diálogo são Sócrates, Teodoro de Cirene e o matemático Teeteto. Há ainda dois personagens que aparecem apenas do início do diálogo: Terpsião e Euclides.

A obra está dividida em três partes, cada uma com momentos do debate entre Sócrates e Teeteto, as duas principais figuras desse diálogo. Platão pretende, através dele, provar que é possível chegar ao conhecimento através da razão, e não pela subjetividade gnoseológica dos sofistas, que afirmavam que os sentidos determinam o conhecimento. Assim, Sócrates rechaça as quatro teses de Teeteto: de que o saber não pode ser definido mediante exemplos; de que ele não é percepção, nem opinião verdadeira, e nem uma explicação acompanhada de opinião verdadeira. Sócrates rebate esses argumentos de um ponto de vista crítico, formulando questões sobre as suas teses, sem se chegar a um conceito definido.





07/12/2017

Os Sete Princípios Herméticos - O Caibalion / Download







I. O Principio de Mentalismo 

"O TODO é MENTE; o Universo é Mental."



II. O Principio de Correspondência

"O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima."



  III. O Princípio de Vibração 

"Nada está parado; tudo se move;tudo vibra."



 

IV. O Principio de Polaridade

"Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto;o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados."



V. O Principio de Ritmo

"Tudo tem fluxo e refluxo; tudo ,em suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação."





VI. O Principio de Causa e Efeito 

"Toda a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à Lei." 



Hermes Trismegistus



VII. O Principio de Gênero


"O Genero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero se manifesta em todos os planos." 

− O CAIBALION −




download: O CAIBALION
 

06/12/2017

Yoga Sutras - Os Oito Passos / Download






YOGA - A palavra yoga vem da raiz sânscrita yuj que significa atrelar, unir, juntar. É um ensinamento prático e científico que inclui um sistema de exercícios que visam o controle físico e mental, além de proporcionar bem-estar, com o objetivo de realizar a união do espírito humano com o Espírito Universal. Seria então a união do ser individual (jivatman) ao Ser Supremo (paratman).




"Yoga chitta vritti nirodha" (Yoga-Sutra I.2)
"Yoga é a cessação (nirodha) dos vórtices (vrittis) da substância mental (chitta)".



O Yoga tem por objetivo promover condições mentais indispensáveis para que chitta (a substância mental) cesse todos os seus movimentos, os quais impedem o Eu Supremo (Purusha) de alcançar sua verdadeira natureza. A mente oscilante é o grande obstáculo à percepção do Eu Real. Segundo o Vedanta, este Eu é a base de tudo o que existe e sem esse Eu, que é consciência, a mente não seria possível, mas a mente não é real e encobre o Eu. Por essa razão o Yoga tem por objetivo interromper esse fluxo de pensamento e a identificação com a mente, percebendo assim a base da mente que é a consciência à alcançar o Samadhi (união, êxtase, superconsciência).

O Yoga foi codificado por Patanjali no texto conhecido como Yoga Sutra, que ensina o Ashtanga Yoga (Yoga dos oito - ashta - membros - anga) ou Raja Yoga (Yoga Real).
Patañjali expõe o conhecimento nos quatro capítulos de seu Yoga Sutra. Eles são:
1) Samadhi-pada, que estuda o conceito e as técnicas mais elevadas do Yoga;
2) Sadhana-pada, que expõe o caminho geral que deve ser seguido pelo yogue, apresentando o conhecimento dos kleshas (obstáculos que sujeitam a mente e geram o sofrimento), e propõe as etapas iniciais (bahiranga) do método; .
3) Vibhuti-pada, que ensina as etapas últimas (antaranga) do método, e sobre as perfeições (siddhis) ou poderes extraordinários que daí resultam;
4) Kaivalya-pada, que trata dos problemas essenciais da filosofia, da natureza da mente e da libertação espiritual do yogue.


O Yoga Sutra explica também os 8 membros (angas) do Yoga de Patanjali que são:
• Yamas (regras de conduta do homem com a sociedade)
• Niyamas (regras de conduta interna do homem com ele mesmo)
• Asanas (exercícios físicos)
• Pranayama (exercícios respiratórios)
• Pratyahara (abstração e interiorização dos sentidos)
• Dharana (concentração da mente)
• Dhyana (meditação)
• Samadhi (estado em que se destruiu a ignorância sobre nossa verdadeira natureza).

Yoga é um estado mental de supra-consciência onde o seu eu individual é dissolvido na "consciência cósmica". O individuo passa a ser o observador, o objeto observado e a consciência sobre a observação. Tudo passa a ser uma coisa só. A mudança não ocorre de um dia para o outro, requer desenvolvimento, aprimoramento, prática regular e constante.
Há vários caminhos no Yoga, adequados ao temperamento de cada praticante: Karma-Yoga, Bhakti-Yoga, Jñana-Yoga, Hatha-Yoga, Kriya-Yoga, Laya-Yoga, Kundalini-Yoga, Raja-Yoga e muitos outros caminhos e derivações.


A prática do sistema do Yoga começa por 5 preceitos de ordem ética: 
praticar a não-violência (ahimsa), 
livrar-se da cobiça (aparigraha), 
não roubar (asteya), 
e viver uma vida devotada à espiritualidade (brahmacarya), 
baseada num forte compromisso com a verdade (satya).



Hatha Yoga


É o tipo de Yoga mais conhecido e difundido no ocidente por ser um Yoga vigoroso, de natureza principalmente física, que tem como base principal o uso de asanas, mudras e bandhas, bem como exercícios de respiração (pranayama) para preparar o corpo e desobstruir o sistema nervoso. Seus objetivos estão relacionados com o bem-estar físico e a saúde, beneficiando todo o sistema biológico, visando um desenvolvimento harmônico do corpo-mente e alma. 




A palavra Hatha significa a união entre “Ha” e “Tha”, isto é, o Sol e a Lua. Uma das forças vitais, o prana, é conhecido pelo nome do Sol, e outra das forças vitais, apana pelo nome da Lua. Em tal sentido, Hatha-Yoga expressa a união do Prana com o Apana. Isso possibilita adquirir um controle sobre si mesmo, perfeita concentração mental e desenvolvimento das potencialidades físicas e psíquicos. Numa etapa avançada, a prática de Hatha Yoga leva ao Raja-Yoga e ajuda o praticante a entrar em comunhão consciente com o divino, mediante o Samadhi, a desligar-se do domínio das forças da natureza (gunas), e alcançar Kaivalya, ou liberação.





Kriya Yoga


Kriya-Yoga é uma ciência antiquíssima. Os antigos iogues descobriram que o segredo da consciência cósmica se liga intimamente ao domínio da respiração. Esta é uma contribuição sem par, e imortal, da Índia, ao tesouro de conhecimento do mundo.

Nesse yoga o praticante executa uma sequência definida de técnicas fornecida por um guru. São praticas (kriyas) muito potentes. É o Yoga para quem realmente quer "transcender". O sistema consiste em técnicas yóguicas que aceleram o desenvolvimento espiritual e ajudam a alcançar um profundo estado de tranquilidade e comunicação com o divino. Kriya Yoga é um método simples, psicofisiológico, pelo qual o sangue humano se descarboniza e volta a oxigenar-se. Os átomos deste extra-oxigênio transmutam-se em corrente vital para rejuvenescer o cérebro e os centros da espinha. 



O Kriya Yogi dirige mentalmente sua energia vital para cima e para baixo, a fim de fazê-la girar em torno dos seis centros espinhais (plexos medular, cervical, dorsal, lombar, sacro e coccígeo) purificando todos os nadis e chakras. Esta antiga técnica iogue converte a respiração em substância espiritual.




Bhakti Yoga


É o caminho do Yoga Devocional, do amor à divindade. A palavra Bhaktiorigina-se da raiz “bhaj”, tendo a intenção de “ligar a Deus”. Bhajan, adoração, Bhakti, Anurag, Prema, Priti, Suddha Prema, são considerados sinônimos. Bhakti é o amor divino (prema), sem pedir nada, sem nenhum desejo de recompensa.
Através de Bhakti Yoga, do caminho de Prema ou Amor, através de sua devoção, sentimento, emoção, oração, fé, adoração, o praticante conecta seu coração a Deus. Bhakti é o supremo amor por Deus. É uma chuva espontânea de Prem em direção ao Amado. É uma ação pura, livre de egoísmo, plena de amor divino, e não há nenhum tipo de negociação ou expectativa de qualquer coisa e tampouco medo.




Na tradição indiana, o praticante do Bhakti Yoga se dedica à divindade com a qual tem maior afinidade, que pode ser masculina ou feminina.
Bhakti está geralmente associado ao Karma-Yoga (ver abaixo), que se desenvolve o amor ao próximo, a caridade e a reconciliação através da prestação de serviços altruísticos. A vivência destes elevados propósitos conduz o praticante à libertação.




Karma Yoga


Karma Yoga, ou Yoga da Ação é a Yoga do reto agir, é a consagração de todas ações e de seus resultados, de todas as suas atividades diárias para o divino. É a execução destas ações de forma consciente e enfatizando a união com o Divino em tudo, removendo o apego, permanecendo sempre equilibrado, no sucesso ou no insucesso. Esse processo purifica o coração e prepara o Antakharana (o coração e a mente) para a recepção da Divina Luz, ou obtenção do conhecimento do Ser. O ponto importante é este: serviço para a humanidade sem qualquer apego ou egoísmo. Os praticantes desse tipo de Yoga procuram atuar corretamente no mundo, tanto nas coisas materiais como espirituais, são pessoas de natureza altruísta.





Kundalini Yoga


Segundo Swami Sivananda, Kundalini yoga é o yoga com ênfase em asanas e canto de mantras para elevar Kundaliní do primeiro para o sétimo chakra, situado no alto da cabeça.
É praticado pelos estudantes com a finalidade de despertar a Kundalini, ou energia primordial da Shakti, que se encontra numa cavidade triangular chamada "triângulo celestial" (trikona) no Chakra básico (Muladhara), em estado potencial ou adormecido e conduzi-la pelo canal principal (sushumna) até o Sahasrara Chakra, e assim a Shakti se une com o Senhor Shiva no topo da cabeça. 




O Yogi abre a boca de sushumna mediante o Pranayama, os Bhandas e os Mudras, e desperta a Kundalini adormecida. A Kundalini não permanece muito tempo no Saharara, pois sua permanência depende do grau de pureza do Sadhana, da fortaleza espiritual e introspectiva do praticante de Yoga. Muitos estudantes não passam além dos Chakras inferiores e, por tal razão, não prosseguem em seus intentos de alcançar o Sahasrara. Swami Sivananda diz que a mente, o Prana, o Jiva e a Kundalini se movem em conjunto até o alto. Em suma, o praticante demandará ajuda introspectiva, quando se move de Chakra em Chakra; em tal estado uma voz misteriosa, um força mais misteriosa ainda, o guiarão em cada passo. Será necessário em cada caso possuir uma fé perfeita e equilibrada na Divina Mãe. Ela é quem guia o Sadhaka. É ela que conduz seu filho de Chakra em Chakra. Sintamos seu caloroso abraço. Sintamos sua Graça em cada passo. Falemos como se fôssemos crianças. Abramos-lhe plenamente nossos corações. Sejamos simples e cândidos. Digamos-lhe fervorosamente: “Mãe Divina, eu sou Teu; Tu és meu único refúgio e sustentação.  

Protege-me; Tem piedade de mim”.

Todas nossas dúvidas se dissiparão com o conjuro de nossas preces. Sem a Sua graça nos resultará impossível avançar, ainda que seja uma polegada, no sendeiro do Shushumna, até o Sahasrara que quando ascende, inunda os Chakras com o néctar da refulgência.
A intrepidez, o imperturbável estado mental, a ausência de paixão e desejos, a constante introspecção, a concentração, a felicidade espiritual, paz, íntima fortaleza, discriminação, o equilíbrio e ajuste da mente, a inquebrantável fé na existência do Senhor Supremo (Ishvara), devoção, firmeza mental, domínio dos Asanas, pureza, as ânsias infinitas de liberação, misericórdia, doce voz, brilho nos olhos, serão os sinais indicadores do despertar de Kundalini, e que o Sushumna perfurou o Chakra Muladhara. Quanto mais ascende esta força, tanto mais forte será a experiência espiritual, e a evidência das qualidades e dos sinais de tão sublime despertar.

A Kundalini, em última instância, se une com seu Senhor Parama Shiva e é então quando o Nirvikalpa Samadhi tem lugar. É neste momento quando o Yogi alcança a Liberação e o mais elevado conhecimento e felicidade.



Jñana Yoga


É um sistema de yoga que busca a comunhão com o divino pela via do conhecimento da Verdade e da Sabedoria. Jñana é obtido pelo intermédio do Conhecimento do Ser.

Após adquirir instrução teórica, o praticante busca conhecer a verdade diretamente por meio da experiência intuitiva, cortando o véu da ignorância pela meditação no Ser. Seus métodos, através de questionamento (vichara), discernimento (viveka), reflexão, análise, investigação, austeridades, ética de conduta, estudos e da meditação, tem como meta a compreensão da Divindade, da Sua manifestação cósmica. Então o praticante irá brilhar em sua pureza e Divindade.




Tantra Yoga


É um caminho ligado ao domínio das energias latentes do ser humano, que também desperta o chamado "fogo sagrado" (a kundalini), ou a "serpente que jaz adormecida" no cóccix. O Tantra Yoga coloca ênfase especial no desenvolvimento dos poderes latentes nos seis Chakras, do Muladhara ao Ajña. O Kundalini Yoga pertence ao Sadhana Tântrico, o qual fornece uma detalhada descrição sobre o poder serpentino e os Chakras (plexos). O Sadhana Tântrico desperta Kundalini, e faz com que ela se una com o Senhor Sadashiva, no Sahasrara Chakra. O método adotado para alcançar este fim no Sadhana Tântrico é a repetição (japa) de mantras como o Nome da Grande Deusa e vários rituais. 


O Tantra, em alguns dos seus aspectos, é uma doutrina secreta, é um Gupta Vidya. Você não poderá aprender sobre esses aspectos do estudo em livros. Você precisará adquirir o conhecimento e a prática de um Tantrika prático, o mestre Tântrico, e de Gurus que possuem a chave para isto. O estudante tântrico deve doar-se com pureza, fé, devoção, dedicação ao Guru, com ausência de paixão, humildade, coragem, amor cósmico, honestidade, contentamento, e sem cobiça. A ausência destas qualidades no praticante significa um grosso e mau uso do Shaktismo.




Laya Yoga


O Laya Yoga, segundo Swami Sivananda, é também um tipo de Kundalini Yoga. "É o processo de transmutar a energia física em luz (ojas). A consciência humana é levada através de graus diferentes de percepção até que se una ao Absoluto". Trata-se de uma modalidade de controle da natureza mental, partindo do pressuposto que se podem dominar as funções físicas e psíquicas e, assim, eliminar todos os bloqueios e barreiras no caminho espiritual.



A sua prática implica em pranayamas e bhandhas. Apenas o praticante pode sentir seus efeitos. O praticante desta técnica geralmente encontra-se sentado. Isso levou muitos livros a sugerirem que a postura sentada seja a melhor maneira de se praticar Yoga - imagem que se transformou no estereótipo ocidental do praticante de Yoga. Essa técnica consiste em práticas de respiração para eliminar as desarmonias físico-psíquicas, dominar o corpo físico, permitir ao Espírito Divino, que está eternamente unido ao ser, manifestar-se.




Raja Yoga


O Raja Yoga, Dhyana Yoga, "Yoga real" ou "união real", é um dos caminhos do yoga que se utiliza do domínio interno das atividades mentais, portanto é voltada para pessoas que tenham uma tendência à meditação. Através do Raja Yoga, pela reta-ação da mente, tornando-a introvertida, controlando e superando sua natureza e tornando-a estável, concentrando-a e meditando, o praticante atravessa o véu da ignorância e atinge a iluminação.



É considerada a síntese dos Yogas. Seu objetivo é a comunhão com o Divino, através da prática da meditação, conduta ética, serviço impessoal no mundo e veracidade. Nela estão incluídos os sistemas Karma (reta ação), Jñana (sabedoria) e Bhakti (amor). A prática do Raja Yoga consiste em pranayamas (controle do alento), irradiação de amor universal, namaskara (rendição total e irrestrita a Deus) e a compreensão do bhavana (conceito da Unidade Divina). A meditação proporciona ao praticante o despertar das potencialidades latentes e divinas do ser.




Download: Os Yogasutras de Patañjali 



Fontes:
http://www.shri-yoga-devi.org/yoga.html
http://aumagic.blogspot.com.br/2017/12/yogauma-abordagem-compreensiva.html

16/11/2017

O Zohar "Esplendor" - Download



O texto mais importante da Cabala é o 'Zohar' que elabora sobre boa parte do material encontrado no Sêfer Yetziráh e no Sêfer Habahir. Obra cabalística por excelência o Zohar trata-se de um comentário esotérico e místico sobre a Torá.
A tradição ortodoxa judaica afirma que o Zohar foi escrito pelo rabino Shimon Bar Yohai durante o século II, mas, Moshe De León teria sido o seu verdadeiro autor.

Downloads:

Sêfer HaBahir - "Livro da Iluminação" / Download





Sêfer HaBahir é um dos mais antigos e importantes textos Cabalísticos. É a tradição dos "Mistérios da Carruagem" conforme o Bahir chama a Cabala numa referência à visão de Ezequiel.
Seu nome vem do primeiro versículo citado no seu próprio texto: (Jó, 37-21) "E agora não se vê luz, o céu é luminoso (bahir)".
 O Bahir foi a fonte mais influente dos ensinamentos Cabalísticos antes da publicação do Zohar.
Embora o Bahir seja considerado como produto dos ensinamentos do Rabi Nehuniah, partes consideráveis do trabalho são atribuídos a outros autores de sua escola ou descendência.


Conteudo
O Bahir contém comentários que explicam o significado místico dos versículos bíblicos; o significado místico das formas das letras hebraicas; o significado místico nas vogais e nas letras; o significado místico das declarações no Sefer Yetzirah ("Livro da Criação"); e o uso de nomes sagrados na magia.
Um dos conceitos mais importantes revelados  é das dez Sefirot. Também são discutidos os versículos de Gênesis e seu verdadeiro significado de abertura; Os aspectos místicos do alfabeto hebraico; Uma discussão sobre Gilgul (reencarnação); Os 32 caminhos da sabedoria, e o Tzimtzum, entre outros temas.


Sefirot
A palavra hebraica " sefirot " foi descrita pela primeira vez em Sefer Yezirah como correspondente aos dez números básicos e não possuía o significado que os Cabalistas mais tarde deram a ele. É no Bahir que encontramos a primeira discussão sobre o conceito cabalístico de Sefirot como atributos e poderes divinos que emanam de Deus.

"Eles são chamados de סְפִירוֹת ( sefirot ) porque está escrito: 

Os céus מְסַפְּרִים ( mesaprim ) , diga, a glória de Deus (Salmos 19: 2) "


( Bahir §125 [Margaliot]).


Reencarnação
O Bahir adota o conceito de reencarnação para resolver a questão de por que os justos podem sofrer neste mundo, enquanto os ímpios podem ser prósperos: "Os justos podem ter sido perversos em suas vidas anteriores e os ímpios justos".







Downloads:
Sêfer HaBahir: de geilsonrms.blogspot.com.br
Sêfer HaBahir - Google Drive
Sêfer HaBahir - Completo 



Fontes: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabala
https://en.wikipedia.org/wiki/Bahir 


15/11/2017

Sêfer Yetziráh - "Livro da Formação" / Download



Livro onde se defende a ideia de que o mundo é a emanação de Deus. Seu conteúdo trata da cosmogonia simbolizada pelos dez números e pelas 22 letras do alfabeto, chamados, em conjunto, de “as 32 sendas”.
É um texto antigo pertencente ao corpus da Cabala judaica, o Yetzirah é um dos remanescentes dos livros secretos hebraicos, um dos mais antigos e é uma das colunas secretas sobre a qual se baseia a Kabbalah.
Segundo a tradição ele teria sido obra de Abraão, mas outros dizem que foi escrito no quarto século da era cristã.
 

A primeira frase do livro diz: "Trinta e dois caminhos, maravilhas da sabedoria, gravou Deus ...", esses caminhos sendo então explicados como as dez Sefirot e as vinte e duas letras.

Estrutura

Sefer Yetzirah descreve como o universo foi criado pelo "Deus de Israel" (uma lista de todos os nomes hebreus de Deus aparece na primeira frase do livro) através de 
"32 maravilhosos caminhos de sabedoria":
Dez números (Sefirot , a origem para o Sefirot da Kabbalah posterior).
As Vinte e Duas Letras do alfabeto hebraico:
Três Letras "Mãe" ( Aleph , Mem , Shin ).
Sete "Duplas " ( Bet , Gimel , Dalet , Kaph , Pe , Resh , Taw ).
Doze "Simples" ou "Elementais" ( Ele , Waw , Zayin , Heth , Teth , Yodh , Lamedh , Nun , Samekh , Ayin , Tsade , Qoph ).


Essas divisões correspondem a conceitos judaicos como as 3 letras que compõem o nome de Deus ( yud , ele e vav ), os 7 dias da semana judaica, as 12 tribos de Israel e os 12 meses do calendário hebraico , bem como para as primeiras idéias "científicas" ou filosóficas, como os 4 elementos (fogo, água, ar, terra), 7 planetas , 10 direções, 12 constelações zodiacais , várias funções físicas humanas e uma lista das partes do corpo humano . O livro descreve como Deus usou as 10 sefirot e as 22 letras hebraicas em várias combinações, e finalmente (como descrito na seção de encerramento do livro), como ele revelou esse segredo a Abraão como uma aliança com ele. A aliança de Deus com Abraão é descrita como duas vezes:
Entre os 10 pés dos pés está o "pacto da circuncisão" ( mila מִילָה em hebraico, que também significa " palavra ").

Entre os 10 dedos das mãos (também identificados com os 10 sephirot) é a "aliança da língua" ( lashon em hebraico, que também significa " linguagem ").


A última frase descreve como Deus "conecta" as 22 letras da Torá à língua de Abraão e revela seu segredo a Abraão.



Ensinamentos

Tanto o macrocosmo (o universo ) como o microcosmo ( homem ) são vistos neste sistema como produtos da combinação e permutação desses personagens místicos e o uso das letras pelos judeus para a formação do Santo Nome Para fins taumatúrgicos é atestada por papiros mágicos que citam um "Livro angélico de Moisés", que estava cheio de alusões a nomes bíblicos .

As teorias linguísticas do autor do Sefer Yetzirah são um componente integral de sua filosofia, sendo outras partes astrologicas e cosmogônicas gnósticas . As três letras Aleph, Mem, Shin, não são apenas as três "mães" das quais as outras letras do alfabeto são formadas, mas também são figuras simbólicas para os três elementos primordiais, substâncias subjacentes a toda existência.

De acordo com o Sefer Yetzirah , a primeira emanação do espírito de Deus foi a ruach ( רוּחַ rúaħ "espírito", "ar") que produziu água, que, por sua vez, formou a gênese do fogo. No início, no entanto, essas três substâncias tinham apenas uma existência potencial, e entraram em ser real somente por meio das três letras Aleph, Mem, Shin; e como estas são as principais partes do discurso, então essas três substâncias são os elementos dos quais o cosmo foi formado.

O cosmos consiste em três partes, o mundo, o ano (ou o tempo) e o homem, que são combinados de tal maneira que os três elementos primordiais estão contidos em cada uma das três categorias. A água formou a terra; O céu foi produzido a partir do fogo; e o ruach produziu o ar entre o céu ea terra. As três estações do ano, o inverno, o verão e a estação chuvosa correspondem a água, fogo e ruach da mesma forma que o homem consiste em uma cabeça (correspondente ao fogo), torso (representado por ruach ) e a outra partes do corpo (equivalente a água).

As sete letras duplas produziram os sete planetas, os "sete dias" e as sete aberturas no homem (dois olhos, duas orelhas, duas narinas e uma boca). Novamente, à medida que as sete letras duplas variam, sendo pronunciadas ou duras ou macias, então os sete planetas estão em movimento contínuo, aproximando-se ou recuando da terra. Os "sete dias", da mesma forma, foram criados pelas sete letras duplas, porque mudaram no tempo de acordo com sua relação com os planetas. As sete aberturas no homem o conectam com o mundo exterior à medida que os sete planetas se juntam ao céu e à terra. Portanto, esses órgãos estão sujeitos à influência dos planetas, o olho direito está sob Saturno, o olho esquerdo sob Júpiter e outros.

As doze letras "simples" criaram os doze signos do zodíaco, cuja relação com a terra é sempre simples ou estável; e a eles pertencem os doze meses no tempo, e os doze "líderes" no homem. Os últimos são os órgãos que desempenham funções no corpo independente do mundo exterior, sendo as mãos, os pés, os rins, o galo, os intestinos, o estômago, o fígado, o pâncreas e o baço; e, portanto, estão sujeitos aos doze signos do zodíaco. Na sua relação com a construção do cosmos, a matéria consiste nos três elementos primordiais, que, no entanto, não estão ligados quimicamente uns aos outros, mas se modificam apenas fisicamente. O poder (δύναμις) emana dos sete e doze corpos celestes, ou, em outras palavras, dos planetas e dos signos do zodíaco. O "dragão" governa o mundo (matéria e corpos celestes); a esfera regula o tempo; e o coração governa o corpo humano. O autor resume esta explicação em uma única frase: "O dragão é como um rei no seu trono, a esfera como um rei que viaja em seu país e o coração como um rei em guerra".


Downloads:
Fundamentos da Cabala: Spher Yetzirah
Sefer Yetzirah: por Papus


Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabala
https://en.wikipedia.org/wiki/Sefer_Yetzirah